segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Desfile Militar do Dia da Independência




VENHO A PÚBLICO A EXPRESSAR MEU REPÚDIO E CONTESTAÇÃO AOS GOVERNANTES DO ESTADO DO AMAZONAS. COMO ALGUMAS PESSOAS JÁ SABEM SOBRE O ÚLTIMO CONCURSO PÚBLICO PARA OS BOMBEIROS MILITAR. O DESCASO É TANTO PARA OS MILITARES COMO PARA OS CONCURSAD
OS QUE JÁ VAI FAZER 3 ANOS DE ESPERA E NADA DE CONVOCAÇÃO. MILITARES SOFRENDO EM UMA ESCALA DE SERVIÇO APERTADA QUE MAL PASSAM SEUS TEMPOS COM SUAS FAMÍLIAS, HOJE O EFETIVO DO CORPO DE BOMBEIROS É DE 450 MILITARES, AGORA IMAGINEM UM ESTADO COM 3.5 MILHÕES DE HABITANTES PARA ESSA QUANTIDADE DE BOMBEIROS? E ELES FALAM EM SEGURANÇA PÚBLICA COMO SE SÓ EXISTISSEM PM E PC, SERÁ QUE BOMBEIRO NÃO FAZ PARTE DA SEGURANÇA PÚBLICA? SEGUNDO A DETERMINAÇÃO DA ONU, É DE 1 BOMBEIRO PARA CADA MIL HABITANTES. O AMAZONAS ESTÁ MUITO LONGE DESTA DETERMINAÇÃO. FOOGO! CONCURSADO COMBATENTE 2009.

domingo, 9 de setembro de 2012

Desfile Militar - 7 de setembro de 2012



  • Mais de 90 mil pessoas, conforme as estimativas da Polícia Militar, prestigiaram o desfile militar, em comemoração ao Sete de Setembro - Independência do Brasil -, realizado nesta sexta-feira (7), no Centro de Convenções (Sambódromo), localizado na Zona Centro-Sul de Manaus.

    Um efetivo de 5 mil homens da Marinha do Brasil, Exército Brasileiro, Aeronáutica, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Guarda Municipal, além de integrantes da Marinha de Guerra do Peru e de uma unidade militar colombiana participaram do evento.

    O desfile teve início após o abafamento do fogo simbólico, e a revista às tropas militares realizadas pelo governador do Amazonas Omar Aziz, em companhia do comandante militar da Amazônia, general Eduardo Dias da Costa Vilas Bôas.
    ...

    Ex-combatentes da Força Expedicionária Brasileira (FEB) também participaram do desfile, juntamente com os militares do Exército Brasileiro que integraram a missão de paz da ONU, enviada ao Haiti.

    Durante a apresentação helicópteros da Força Aérea também realizaram algumas acrobacias sobre o Sambódromo.

    Protesto
    Em meio ao desfile militar um grupo de candidatos aprovados no Concurso do Corpo de Bombeiros, realizado em 2009, tentou chamar a atenção das autoridades presentes com algumas faixas de protesto, colocadas nas grades de proteção do Sambódromo. As mesmas continuam os seguintes dizeres: "Bombeiro também é segurança pública, concursados combatentes 2009". 

    Fonte: jornal A Crítica

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Reportagem

Unidades de saúde inacabadas deixam usuários sem atendimento médico, em bairros de Manaus | Manaus | Acritica.com - Manaus - Amazonas

Unidades de saúde inacabadas deixam usuários sem atendimento médico, em bairros de Manaus Manaus Acritica.com - Manaus - Amazonas


População reclama da lentidão das obras (Luiz Vasconcelos)
Nenhuma das Unidades de Pronto Atendimento (UPA), construídas em cinco bairros de Manaus - Campos Salles, Petrópolis, Cidade Nova, Jorge Teixeira e Novo Israel - foi concluída e duas dessas obras estão paradas.
Enquanto isso, os moradores precisam se deslocar a outros bairros em busca de atendimento médico, como conta o professor José Paulo dos Santos, 46. “Dentro do meu carro já morreu um rapaz que foi furado aqui na comunidade. Como não tem atendimento perto, levei ele para o SPA da Redenção.
Levei mais de 20 minutos e ele morreu na porta do hospial”, disse ele, que mora no Campos Salles, Zona Norte, onde a obra da UPA, que deveria ter sido concluída em 2010, está parada há mais de cinco meses.
As UPAs são unidades de urgência e emergência pré-hospitalar voltadas ao atendimento de baixa e média complexidade. Os recursos para obras das UPAs de todo o País são partilhados entre o governo Federal (30%) e o governo do Estado (70%).
Para o Amazonas, estão previstas sete UPAs, sendo cinco em Manaus e duas no interior. É nessas unidades que deveriam atuar os 1.239 candidatps aprovados no concurso do Corpo de Bombeiros, realizado em 2010, que até hoje não foram convocados porque nenhuma unidade foi concluída.
“O que nos incomoda é que a obra está parada. Aqui no CamposSales, está prevista a alocação de 180 profissionais, sendo 34 médicos”, disse o farmacêutico Antônio Ferreira Júnior, presidente da comissão de concursados do Corpo de Bombeiros.

Problemas
De acordo com a assessoria da Secretaria de Estado de Saúde (Susam), as obras da UPA do Campos Salles foram paradas porque a construtora SH Engenharia e Construção Ltda. teve problema com a documentação. Porém, na próxima semana, os serviços serão retomados e, em 90 dias, a unidade será inaugurada.
A assessoria informou ainda que as obras da UPA de Petrópolis também estão paradas porque o Governo está em negociação com o proprietário do terreno. As obras das outras três UPAs da capital(Cidade Nova, Jorge Teixeira e Novo Israel) estão em andamento e devem ser entregues até o fim de 2012. As unidades de Parintins e Manacapuru são de responsabilidades das respectivas prefeituras.
No projeto, a UPA do Campos Sales terá uma área construída de 1.442 metros quadrados, com 18 leitos de observação, raios X, oito consultórios, um odontológico, um eletrocardiograma, sala de urgência, inalação e grupo gerador.

Contagem Regressiva!!

Jornal A Crítica 17 de junho de 2012

Comunidade em frente a UPA Campos Salles

Comunidade Campo Salles e vizinhos cobrando as UPAS

Jornal A Crítica 18 de junho

terça-feira, 29 de maio de 2012

Há dois anos, governo prometeu UPAs que até hoje não foram entregues



Band Cidade

jornalismoam@band.com.br

Dois anos depois de anunciar a construção de cinco Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) na capital, orçadas em 36 milhões de reais, o Governo do Estado ainda não cumpriu a promessa. Alguns dos locais que chegaram a ser definidos para a construção das UPAs, estão abandonados e até colocam em risco a segurança da população
Repórter Rômulo D'Castro
Imagens Josenilson Guerreiro

No bairro do Petrópolis, nem a placa com as informações sobre prazo de construção e custos da upa, resistiu ao tempo. No local tudo está abandonado. Sem contar o lixo que toma conta da área. "Isso é dinheiro do governo, público, isso era para estar feito, mas até agora nada", contou um morador.

Aqui, um dos impasses para a construção da unidade de Pronto Atendimento (UPA), seria a desapropriação da área. O proprietário, conta que dinheiro oferecido pelo governo estaria abaixo do que vale o terreno.

"Desapropriaram aqui e foi passado o negócio do engenheiro, que para doze irmãos, não tem condições de se comprar uma casa", conta Austrezelino Queiróz, funcionário público.

Enquanto no Petrópolis, o terreno virou campo de futebol. Aqui no bairro Novo Israel, o terreno onde seria construída a upa está tomado pelo lixo e pelo mato. De acordo com os moradores que não quiseram gravar entrevista, o local também serve de ponto de encontro para marginais.

No bairro vizinho, Campos Sales, a UPA está pronta, faltando apenas alguns ajustes, mas a ausência de operários no local preocupa os moradores.

"Fazemos esse apelo à SUSAM para que essa unidade venha a ser terminada e que os moradores sejam atendidos", afirma Carlos Eduardo Araújo, representante comunitário.

Os aprovados no concurso do Corpo de Bombeiros, realizado em 2009, também aguardam a inauguração da unidade.

"Há três anos que nós estamos escutando que a três meses nós seremos chamados, nós já estivemos no comando do Corpo de Bombeiros e o comandante nos falou que a obra seria entregue pela SUSAM e eles estavam esperando a SUSAM para chamar os concursados para começar a trabalhar, nós estivemos na sede do governo, falamos com o secretário do governo que nos disse para esquecermos das UPAs, que as UPAs sendo militarizadas, seriam um atentado contra o SUS [Sistema Único de Saúde]", conta Antônio Júnior, presidente da Comissão Concursados.

"E nós temos também aqui no mapa mostrando que, desses 900 dias de obras, não existe um dia sequer de obra parada, mas se formos até o local, para verificar se a situação está em andamento, ou está paralisada, não vamos encontrar ninguém trabalhando nessa unidade há mais de três meses", afirma Jones Fonseca, farmacêutico.

O secretário de saúde do estado explica que as unidades de pronto atendimento não são prioridade, isso porque os nove SPA?s na capital dão conta da demanda. Mesmo assim, o secretário deu um novo prazo de inauguração.

"Nós vamos inaugurar nos próximos três meses duas UPAs, uma no Campos Sales, outra na Cidade Nova, que vão desempenhar papeis importantes naquelas áreas", afirma Wilson Alecrim, secretário de saúde do Amazonas.

Já no bairro Petrópolis, o impasse é judicial, por isso ainda não há prazo para o início das obras. "E o valor que estado desapropria é exatamente o valor que é uma avaliação feita pela Secretaria de Infraestrutura que toma por base o valor do metro quadrado e levando em consideração alguma benfeitoria que exista no terreno", afirma Wilson Alecrim.